O Céu como uma utopia esperançosa capaz de nos fazer mover, bem como nos ensina, há tanto tempo, os encantados de nossas comunidades. Aqui, os ancestrais estão vivos e nos convocam à dança. Movimento após movimento, suor após suor, água após água, imagem após imagem, vida após morte, nesta coreografia a arte e a tecnologia se encontram para tratar do movimento como lugar prenhe de pulsão de vida, a fim de desfazer a dureza desvitalizante que atravessa a sequidão de nossa realidade.