A partir da imagem simbólica de um saco gestacional monstruoso, a obra reflete sobre o nascimento de corpos com deficiência e suas potências, entre gesto, memória e poética da diferença. O trabalho investiga o reconhecimento e a afirmação da identidade dissidente, incorporando Libras e audiodescrição como linguagens estéticas, ressignificando a monstruosidade como lugar de força e poesia. A cena provoca deslocamentos no olhar e convida o público a novas formas de perceber e sentir a deficiência.