Dois corpos imaginam um ponto de partida juntos. Inimaginável se não for com seus pés colados para pensar um chão comum, ainda que diferentes. A travessia é cheia de abismos, mas os corpos vão encontrando, ao mesmo tempo que imaginando, um chão por onde se cavuca em queimação, com moleza, malícia e elegância, para insistir que a relação é o caminho. O caminho para uma trama complexa que envolve suas cabeças. Essas mesmas, coladas aos próprios corpos, afirmando uma esperteza que contagia e treme. Jamais sem jogo e estratégia.